domingo, 27 de maio de 2012

Galveston Island - parte II

Ontem, fomos a Galveston, de novo. A ideia era passar o feriadão lá, mas, como decidimos de última hora, não tinha mais hotel :( . Americano faz as coisas com tanta antecedência que é provável terem feito essas reservas pro Memorial Holiday no Natal do ano passado... Enfim, fomos só passar o dia, mesmo.



Como eu disse no post anterior sobre a Stewart Beach, é proibido o consumo de bebidas alcóolicas nesssa praia.  Tinha um grupo que resolveu desacatar a ordem (tem bocó em todo lugar!). Não deu outra, em minutos a polícia chegou, fez os caras despejarem o conteúdo de todas as latinhas no chão e ainda multou o povo. HAHAHAHA!! Bem feito. Quer beber? Procure outra praia, nessa não pode.
Eu não sei se foi por esse acontecimento, mas o fato é que a polícia ficou passando de 5 em 5 minutos, fazendo a ronda. Resolvemos fotografar, porque achei diferente.

Em uma dessas passadas, o policial viu uma garotinha sozinha.

Parou o "carro", perguntou para a menina o nome dela, e onde estavam seus pais. A menina fazia que não sabia. Ele passou um rádio imediatamente e falou não sei o quê (imagino que perguntou se havia queixa de alguma cça desaparecida). Ficou conversando com a menina, mas ela não falava (acho que ela não falava inglês, conseguiu apenas falar seu nome). E nada de adultos por perto. Ele mandou a menina subir no carro e ir com ele. Aí, apareceu a sonsa da mãe da garotinha (que é aquela de short jeans e blusa branca na foto de cima, segurando a mão de um menininho), falando que era a mãe dela e tal. Então, o policial perguntou: A senhora é a mãe? Então, qual o nome dela?? Quando a mulher respondeu o nome corretamente, o policial entregou a garota  para a mãe e deu-lhe um baita sabão,  pra não deixar a menina sem a companhia de um adulto, essas coisas. Achei impressionante o cuidado e a preocupação que ele demonstrou com a criança. Fiquei boquiaberta com a rapidez com que a polícia nota algo errado, evitando muitas vezes, um problema maior, como um afogamento ou um rapto.

    As meninas se esbaldando!   Nessa foto, dá pra ver que a Lalinha está um tifúzinho...


 Algumas barracas são alugadas, outras são as pessoas que levam de casa. Nós não quisemos nos aventurar com o furo e nem levamos a nossa. Pagamos os 30 dólares (ui!!) e alugamos nossa sombrinha com as cadeiras. Olha a organização na foto abaixo !!!
  No fim do dia, voltamos pra casa, sob protesto das crianças, principalmente da Laura. Quando o rapaz do aluguel passou levando as barracas e cadeiras,  a gente já estava preparando pra ir embora (eram 6 da tarde), mas Lalinha não parava de chorar, dizendo: "O moço levou... levou o guarda-fuva!! Levou o nosso guarda-fuva!!"

Nenhum comentário:

Postar um comentário