quinta-feira, 10 de maio de 2012

Galveston Island

Hoje vou falar um pouco do nosso passeio a Galveston, a praia mais próxima de Houston. Fica a apenas uma hora da nossa casa. Não é nenhuma CANOA QUEBRADA nem COPACABANA. Está mais pra GRUSSAí (quem conhece CAMPOS-RJ sabe o que estou falando.) Traduzindo pra quem não conhece: não é um primor de beleza, nem se compara com nossas praias, como podem ver pelas fotos. Mas, tem muitos prós, também.
O primeiro deles é a distância da minha casa: algo em torno de 80 km. No Brasil, a praia mais próxima da minha residência deve ficar a uns 800 km. Ponto pra Galveston!
Também tem a temperatura da água: Em Galveston, a água é super gostosa, quase como nas praias do Nordeste. Ano passado, até o Christiano entrou!! Diga-se de passagem que em Cabo Frio e Guarapari ele não entra de jeito maneira. Esse ano ele não se aventurou.(Ano passado era verão, água quase quente, este ano fomos na primavera, água quase fria.) Ponto pra Galveston.
Um dos contras é que venta pra caramba! Absurdamente.  Chegamos todos empolgados, levando nossa barraca  comprada no dia anterior. Em meia hora, ela tinha voado pelos ares. E olha que o Chris ficou pelejando lá com o furo na areia uns 20 minutos antes dela alçar vôo... Resolvemos guardá-la e alugar as barracas da praia. Vai que bate em uma criança? Teríamos que vender tudo o que temos para pagar o tamanho do processo...
 Além disso, o fato de ventar muito deixa a gente com muito frio, porque não é aquele vento quente da Bahia, nem a brisa marítima do Sudeste, nem mesmo o famoso vento Sul. É quase um pré-furacão!!! Os lábios das crianças ficam roxos o tempo todo. Mesmo com o Sol de "rachar tatu pela cacunda", como diria meu pai..


Mais um ponto definitivamente a favor: limpeza e organização. A praia estava bem cheia e não se via um lixinho no chão. Nenhumzinho. Além do povo ser muito educado, olha o motivo aí:




A cada 100m, uma lixeira enorme. Não tem desculpa...
Outra coisa interessante, não necessariamente melhor ou pior (eu, no caso, achei melhor): nada de ambulantes! Mais uma vez eu digo: nenhumzinho. Nada de nada. E é aí que entram as diferenças culturais: ou você leva suas coisas de casa, ou morre de sede e de fome. Na verdade, na rua da praia tem toda a estrutura necessária de restaurantes, mas na areia da praia, na na ni na não.
 Então, aqui é comum as pessoas chegarem com seus coolers enormes, cheios de sanduíche e refrigerante, suco, água, frutas, etc. Nós compramos o nosso no dia anterior.


Essa praia que fomos chama-se Stewart Beach e é uma praia bem familiar, cheia de casais com crianças pequenas e uma estrutura construída para este público.  Por isso, uma das regras que eu adorei, mas que geraria certa polêmica no Brasil: proibido o consumo de bebidas alcóolicas!!! Eles tem toda a razão: criança + mar + pais bebendo cerveja é uma matemática perigosa. Porque nem todo o mundo sabe parar. E largam as crianças de lado ( se bem que tem gente que não bebe e também larga, né?)
Eu, particularmente, adorei: bêbado é mais porcalhão e mais inconveniente. PONTO PRA GALVESTON!!!
Enfim, nosso passeio foi ótimo. Tá certo que o Christiano frisou várias vezes : "Saibam o tanto que amo vocês de fazer um programa desses!" Tanto sacrifício ainda rendeu a ele um esbarrão no freio de mão, (que na verdade é de pé) e ele voltou com uma "lembrança de Galveston."


Um comentário:

  1. gostei voce fez uma descriçao objetiva e clara da praia de houston, galveston. pelo visto sao varias praias né? devo estar indo p houston ainda esse ano e estava desanimada pois na internet vi ser ums cidade bastante industrial.. tb achei longe a praia. 800km!!! qdo viajo p praia faço quetao q o hotel esteja no maximo ha 100m da praia..mas agora fiquei sabendo mais um pouco. obrigado

    ResponderExcluir